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Antártica

Destino mais frio do planeta e seu último grande deserto, a Antártica é simplesmente deslumbrante.

Como muito pouca umidade cai do céu, a Antártica é classificada como um deserto. As regiões interiores do continente recebem em média 50 mm de precipitação por ano, principalmente sob a forma de neve. O deserto do Saara têm mais chuva que a Antártica. As regiões costeiras recebem mais precipitação, mas ainda apenas uma média de 200 mm por ano. Diferentemente da maioria das regiões desérticas, no entanto, a umidade não é absorvida pelo solo. Em vez disso, a neve se acumula.

A Antártica possui nevascas colossais. Como tempestades de areia no deserto, o vento apanha a neve do chão e sopra através da superfície em vastas coberturas brancas, com ventos que podem atingir até 320 quilômetros por hora.

A Antártica tem apenas duas estações: verão e inverno. Durante o verão, a Antártica fica do lado da Terra inclinado para o sol e, portanto, está sempre sob a luz do sol. No inverno, a Antártica fica do lado da Terra inclinado para longe do sol, fazendo com que o continente seja mergulhado na escuridão 24 horas por dia.

No auge do inverno as temperaturas tomadas nas estações costeiras registram entre -10 ºC e -30 ºC. As condições no planalto interior são muito mais frias, como resultado de sua maior elevação e latitude e sua maior distância do oceano. Lá, as temperaturas no verão lutam para chegar acima de -20 ºC e no inverno caem abaixo de -60 ºC. A temperatura mais baixa já registrada diretamente no nível do solo na Terra foi de -89 ºC na estação soviética Vostok, na Antártica.

A comunidade científica tem trabalhado neste continente congelado desde o final do século XIX. O Brasil e a China estão entre os países que contribuem para o progresso das pesquisa científicas; Brasil com uma base na Ilha Rei George e a China com 4 bases em diferentes locais. No total, a Antártica é o lar de cerca de 4000 pessoas no verão e 1000 no inverno.